Novembro!

Novembro! Esse mês que traz pensamentos de revisão e urgência para muitos de nós. E todos tentamos agir rapidamente para dar sentido ao ano que passou.

É… passou. Estamos quase em 2018 e alguns corações celebram um ano de conquistas e outros se perguntam: “- até quando, Senhor?” Vivemos dias difíceis como um trabalho de parto que é a pior dor mas a mais esperada de uma mãe.

Aguardamos a volta de Jesus e sabemos que os últimos dias serão muito difíceis. Muito! E o que eu posso dizer sobre momentos de dor intensa? Tenho muito a dizer sobre isso, pode acreditar.

Conheço todos os tipos de dores e carrego marcas de cada uma delas. Mas diante da expectativa de algo inédito e transformador como a chegada de um filho, assim é o nascimento de uma promessa. Pode ser que a dor não diminua, mas o coração se aquece e suporta se simplesmente alguém segurar a sua mão.

Vamos dar as mãos? Vamos chegar mais perto? Vamos sentir a dor uns dos outros? Vamos viver intensamente a expectativa do Encontro com Ele ainda que a pressão seja a cada segundo maior. O amor suporta tudo! E nunca desiste! Porque a alegria daquele que vem supera todas as angustias de nossa espera. “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente;

Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.”
2 Coríntios 4:17,18